Há uma certa quantidade de diferentes motivos para sentirmos fome ou simplesmente uma enorme vontade e desejo de comer, só porque sim. É importante combaté-los apesar de nem todos os metabolismos reagirem da mesma forma e terem as mesmas necessidades e mesmas consequências. O stress, a tristeza, a alegria. a ansiedade, a monotonia. É importante tentar entender o que nos diz o cérebro e o corpo e entender que tipo de fome sentimos. Aqui vai os 16 diferentes tipos de fome segundo a Zen Energy: 
Fome de estômago/ física. Este é o tipo mais importante de fome, porque nos assegura , verdadeiramente, quando precisamos de comer! Podemos sentir sinais físicos acentuados, como tremores, dores de cabeça, baixa energia, estômago a roncar ou sensação de má disposição.
Fome nutricional/celular. Através da prática de mindfulness é possível tornarmo-nos mais conscientes dos desejos do nosso corpo e voltar a ter alguma sabedoria interior. Aprender a ouvir a fome celular é das principais faculdades para comermos conscientemente. Consiste em comer comida rica em nutrientes básicos ao organismo.
Fome de cheiro. O que a maioria de nós associa ao sabor da comida é, na realidade, o seu cheiro. O apetite é estimulado muito antes de comermos e o cheiro é um dos factores principais que contribui para esta fome.
Fome visual. Imagine-se no seu local de trabalho, num dia em que um colega traz uma caixa cheia dos seus bolos preferidos. O melhor é fazer uma pausa antes de agarrar um, ou vários, e comer sem pensar. A pausa permite-nos estar conscientes e comer uma quantidade normal.
Fome de paladar. Transporte-se para um almoço ou jantar onde tenha estado, no qual havia uma linda mesa de sobremesas. Que tipo de imagens lhe vêm à cabeça? Fica com água na boca só de pensar nisso! Esta é uma situação em que comemos porque a comida está lá , não necessariamente porque precisamos ou queremos.
Fome de televisão. Em 2013, o American Journal of Clinical Nutrition publicou um estudo que revelou que comer distraído leva-nos a consumir mais calorias, não apenas no momento, mas também horas mais tarde.
Fome de tédio. É fácil ” ir comer qualquer coisa ” quando não temos nada para fazer. Saia da sua rotina e zona de conforto e experimente trocar as voltas a si próprio.
Fome de raiva. Se nos sentimos irritados, é normal que fiquemos confusos, com falta de capacidade de concentração. Nestas alturas, o nosso instinto tem preferência por alimentos açucarados. Porque é o que nos acalma.
Fome de final de tarde. É necessário aprender a conviver com esta realidade e perceber que existem formas muito prazerosas e viáveis de darmos a volta a esta situação. Mas eu ainda não percebi o quê? é necessário procurarmos uma solução de imediato.
Fome de stress. Este tipo de fome é aquele que parece um formigueiro mental que só nos puxa para ” depenicar qualquer coisinha”.
Fome de síndrome pré-menstrual. Se nestes dias só consegue pensar em chocolate e derivados , sabe que é muito fácil manipularmo-nos e permitirmo-nos comer mais , pois em breve os sintomas vão desaparecer e o equilíbrio regressa.
Fome mental. Se não tem fome, mas quer comer alguma coisa , pergunte-se : ” O que quero que esta comida me traga ? ” Práticas de mindfulness podem ajudar a acalmar a mente e permitir uma consciência mais sensibilizada em relação ao corpo.
Fome emocional. Se estamos tristes , sozinhos, preocupados, cansados, instala-se um sentimento de ” vazio”, facilmente preenchido com comida. No momento sabe-nos muito bem, mas na verdade acabamos por nos sentir ainda pior.
Fome de celebração. A comida tem uma incrível capacidade de nos conectar com outras pessoas. O problema é quando ela parece ser a única forma de comemoração.
Fome por associação. Já comeu entradas, um prato principal e está completamente satisfeito. De repente, todos pedem sobremesa e a comida no seu estômago reorganiza-se e abre espaço para qualquer coisa doce. O importante é aprender a honrar e satisfazer esses momentos da forma mais saudável.
Fome de coração. Comer emocionalmente resume-se a um desejo de sermos amados ou cuidados, e ingerimos o que for preciso como forma de preencher um buraco. Para satisfazer a fome do nosso coração , precisamos de encontrar o real conforto que ele deseja.
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