Todas as partículas existentes no Universo têm uma história, à semelhança de muitas outras, ou não. Cada partícula é singular, cada ser é único. Mas compartilham a beleza de muitas singularidades idênticas. Porque não haveria ou não haverá de existir um Universo Paralelo onde um dia poderiamos encontrar um ser idêntico a cada um de nós mas num ambiente muito diferente. Uma realidade paralela, um panorama, uma circunstância, numa história diferente. Eu imagino, e só posso imaginar ou extrapolar. Primeiramente e antes de tudo surgiu um único Universo com o Big Bang segundo afirmam os cientistas e a partir desse mesmo Universo nasceram outros Universos, como acontecem com as células, o que portanto são muitos Universos existentes! Cada Universo com uma série de galáxias que só poderiam ser conhecidas viajando milhões ou até biliões anos-luz entre cada uma delas. Cada estrela maior que a outra, cada uma mais luminosa que concede a oportunidade de iluminar muitos planetas e cada um desses planetas eventualmente estarão muito próximos de conceber a vida ou até mesmo chegar a concebê-la de forma igual ou diferente do planeta Terra. É de supor, evidentemente que exista vida noutros planetas nem que sejam formas de vida estranhas aos nossos olhos como insectos do tamanho de dinossauros, seres de uma inteligência sem igual que nem desse modo conseguem chegar até nós pois estamos a milhões de anos-luz de distância. Eu poderia afirmar que muitas dessas estranhas existentes formas de vida podem estar muito mais perto e ainda assim se encontrarem longe da nossa capacidade de alcance. Não é curioso como tudo encaixa. Particulas, planetas, estrelas, satélites naturais no Universo. Células nos seres vivos. É curioso como se evidência semelhanças entre o que se vê num microscópio acerca do corpo humano em todos os seus sistemas na anatomia e fisiologia humana e o que se vê na nossa galáxia num telescópio ou a partir de um satélite. É de pensar de onde viemos, para onde vamos. E alguma vez o saberemos? Claro que as hipóteses são remotas, é praticamente impossível. Nem saberemos se alguma vez usaremos a total capacidade do cérebro humano, porque não será eventualmente possível tendo em conta as probabilidades existentes de o Mundo acabar antes disso.
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