Uma das lições que eu aprendi e reti nestes últimos dias com algumas pesquisas na internet foi que toda a gente tem uma ideia do que seria um quotidiano perfeito . No entanto há algo que nos bloqueia. E não falo de limitações físicas ou psicológicas, que, embora alguns de nós as tenhamos, a realidade é que o ser humano é dotado de habilidades ilimitadas, isto inserido num panorama da realidade em perspectiva. Até porque sabemos que ás vezes é difícil de fugir de algo que nos impõe um quotidiano muito diferente e ás vezes fora do normal, daquele que sonhávamos ter. Voltando à realidade das pessoas ditas “normais”, temos com toda a certeza factores ou pelo menos todas as condições de adquirir competências para a integração na dimensão normal das coisas, do mercado de trabalho, nas relações entre colegas e amigos e família, etc…O que acontece é que hoje em dia já se questiona o que é a dimensão normal do mercado de trabalho, entre outras coisas, isto é , que estilo de vida andamos nós à procura? o mesmo de há 100 anos atrás? Não, tudo muda. E em paralelo dessa mudança organizacional , social, mundial, temos de mudar também e seguir as tendências…ou não. A partir daqui já se trata de uma questão de personalidade.
Ainda se valoriza e muito o mercado de trabalho convencional. Contudo, o que é uma estupidez. Em perspectiva. E tudo o que não se encaixe no que é já um dado adquirido ( em princípio, o nosso mercado de trabalho tradicional e toda a base da socialização) encaixa-se noutros conceitos já existentes, os das burlas, vigarices e charlatices. O povo desconfia da novidade, e durante muito tempo, no tópico do mercado de trabalho continua assim até que surja algo de maior confiança e que tenham resultados imediatos. Os que caminham a passos menos largos são marginalizados. Isto já parece a cantiga do vigário porque sabe-se que existem praí muitos pseudo-empregos que vão surgindo como mel para abelhas pelo menos na introdução e depois vai-se a ver é lixo, depois roubam as pessoas e simplesmente desaparecem. A realidade diz-me que não se pode julgar uma matilha inteira por causa de um lobo, Por isso há que saber procurar e saber encontrar. O que é difícil. Mas faz parte da vida. Procurar, encontrar, começar, acabar, não encontrar, enganar-se. Faz parte da linha da vida, do caminho. A questão é saber estudar as opções de forma exaustiva e analisar até para não cair na cantiga do vigário vez nenhuma. Uma pesquisa, uma pergunta aqui outra ali a pessoas que tenham passado ou estejam a passar pela experiência etc… Uma coisa boa, conhecer já as pessoas que se encontram em determinada função, transmite maior confiança e segurança, sabendo à partida que nem sempre resulta, seja como for…Pois no que toca a dinheiro, na maior parte das vezes, não há cá amigos. Mas o melhor de tudo e isto é dito de coração , não ter medo de falhar e de se enganar é um ponto a favor, na linha do destino a estrada não é perfeita. Ouvir conselhos de alguém? sim, mas tens de ser tu a julgar por ti própria e se não estás de acordo, não estás de acordo mesmo que estejas errada, a escolha é sempre tua. A conclusão e o veredicto tem de partir de ti porque tu és a pessoa mais importante deste Mundo. As tuas opiniões têm de ser relevantes para ti mesmo que estejas enganada , ouve conselhos e tira conclusões por ti mesmo que tenhas de bater com a cabeça na parede as vezes que forem necessárias.
Conquista/motivação/produtividade/concentração/sonhos alcançados
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